quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A nostalgite continua...

... e a demora para sair postagens nesse blog também. O Macagnan precisaria se dedicar mais mas... sabe como é... Deixa pra lá. Alguém aí aceita um Feliz Ano Novo atrasado? Ou nem tanto assim, já que o Brasil só começa a funcionar a todo vapor depois do Carnaval? Ah, deixa pra lá! O importante é que aos trancos e barrancos o blog ainda resiste nesses dias de Facebook, Whatsapp, Instagram, SnapChat e um punhado de outras redes sociais desconhecidas. E o Macagnan vai tentando manter o boteco funcionando (e a freguesia também, se der).

Não é de hoje que o Macagnan vem mostrando neste blog coisas "velhas" que fizeram parte da infância de muito quarentão por aí. E um dos sonhos de consumo dessa geração eram os videogames, cobiçados por muitos e tidos por pouquíssimos. Quem dessa faixa etária, do sexo masculino, nunca quis ter uma RDZ 135 ou uma CB 400 mesmo sem ter dezoito anos? Ouvir discos de Tears for Fears, Phil Collins, Menudos, RPM, Legião Urbana num aparelho de som National daqueles grandões? E que tal esnobar com um relógio digital com calculadora? E principalmente, que tal convidar os amigos para "ostentar" e passar a tarde jogando num Atari?

Sonhos de consumo na época inalcançáveis financeiramente.O que se há de fazer... Os anos se passaram, quer dizer, décadas se passaram, os amigos ficaram um pouco mais longe uns dos outros e de repente aquela vontade guardada por décadas começa a coçar, incomodar, se remexer. Mas agora (2017) é época de PlayStation®, XBox® e outros consoles high-tech. Hoje é possível construir uma máquina arcade em casa para rodar aqueles jogos velhos e outros mais modernos, os emuladores de consoles estão bem desenvolvidos de um modo geral, conseguindo reproduzir muito fielmente os velhos consoles mas, onde está a graça disso? São emuladores, cumprem muito bem sua função de SIMULAR os consoles e seus cartuchos mas, como lidar com a ausência nostálgica do console ali na nossa frente? Como jogar, por exemplo, Enduro ou Super Mario World e não ter ali na frente o negro console da Atari ou o tijolão cinza da Nintendo?

E por que não agora, depois de "velho", começar a realizar os sonhos de infância? O Macagnan começou a vasculhar os sites de compra atrás de sonhos de consumo há muito adormecidos e um belo dia enche-se de coragem e lá vem um Atari, o "sequelado" (que até a data desta postagem ainda não está concluído). Nesse intervalo veio o presente do amigo Ivanor: um Master System plenamente funcional e muito bem conservado para sua idade:

Este ainda tem a entrada para um adaptador de óculos 3D ou para jogos em cartão e ainda um conector de expansão escondido dentro da carcaça.

Para este o Macagnan ainda não adquiriu nenhum cartucho mas foi possível testar por vir com o jogo Alex Kidd In Miracle World na memória. Posteriormente o Macagnan adquiriu um controle "genélico né, balatinho balatinho?" para não deixar o console órfão:

De cima para baixo: joystick genérico, adaptador de RF, cabos de RF e AV e fonte de alimentação
Enquanto não adquiria o controle, o Macagnan usava o controle arcade feito em casa:

Dos bons para jogar "Decathlon"!

Nesse meio tempo surgiu um outro velho desejo que despertou o interesse do Macagnan: um Pense Bem da Tec Toy

Hum! Isso é interessante...
 A história desse brinquedo tá aqui nesta postagem.

Mas a vontade de ter um Atari não passava e o "sequelado" ainda na UTI. Daí apareceu um "Dart Vader" a um preço justo e funcionando! Não deu para evitar!

Habemus Atari!
 E este herdou também os cartuchos do "sequelado" e também veio com um adaptador de RF:

Sim, há dois cartuchos Freeway mas o da Polyvox está com problemas
Depois desse veio um Super Nintendo Baby, que o irmão do Macagnan pôs à venda:

Pequeno mas não faz feio ao irmão maior
E junto, os acessórios e um cartucho tradicional, consagrado e bem valorizado:

Alguém aí conhece o Mário?
Depois desse o Macagnan achava que aquela vontade antiga ia sossegar . E sossegou... por um tempo. Um dia, o Macagnan estava num brechó, passando só para ver o que tinha de bom e vê isso:

Um Dynavision Radical!
A história desse console tá no meio desta postagem, não é justo repetir aqui a história toda. Depois de muita pesquisa, os acessórios: fonte, cartucho, controle e cabo AV

E que comece a jogatina!
E a última aquisição do Macagnan (por enquanto) foi um Mega Drive I japonês que surgiu por um preço tentador e que tirou o sossego do Macagnan por alguns dias:

Bonito né?
Este veio ainda com a caixa e isopor originais:

Não contava com isso mas tá valendo!

E os acessórios: fonte de alimentação, cabo AV feito em casa, controle original SEGA três botões, na foto aberto para limpeza e inspeção

Hum! Acessórios!

E como não poderia faltar, alguns cartuchos para testar o console:

Agora sim!

E o Macagnan ainda tá de olho em outro "velho": anda pensando em um Phantom System, da Gradiente e um Genius da Estrela, mas, quem sabe?

Bom, pessoal. Por hoje é só! Até a próxima!
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