terça-feira, 16 de dezembro de 2014

E o projetinho vai bem, até mesmo em dezembro...

E lá vamos nós em dezembro para o terceiro capítulo da saga "Projetos do Macagnan". Será que este vai chegar ao fim?

Bom, o Macagnan adquiriu, neste intervalo de tempo, os botões (usados mesmo, a crise tá feia...) que faltavam e mais alguns sobressalentes a um preço justo no Mercado Livre:

Já devidamente lavados, secos e com os fios soldados
Os botões foram devidamente desmontados, lavados, secos, remontados e os fios foram soldados onde deveriam ser. A desmontagem e remontagem de um desses botões pode virar um passo-a-passo um dia desses (é só o pessoal pedir nos comentários que o Macagnan faz...). Os furos  para os botões foram feitos com uma serra-copo na medida mais próxima do corpo do botão com o mínimo de folga (o Macagnan não se lembrou de anotar a medida) e o furo para passagem do joystick foi feito com outra serra-copo do tamanho aproximado da "cabeça" do joystick (novamente o Macagnan não se lembrou de anotar a medida). Os furos para fixação foram feitos inicialmente com uma broca de 6 mm e depois receberam cortes quadrados no MDF para acomodar parafusos franceses (aqueles usados em madeira, de cabeça lisa e com um ressalto quadrado debaixo da cabeça):

Parafuso francês. Fonte: Mont Magno Fixadores
O Macagnan também conseguiu as chaves liga-desliga para seleção do console. A furação foi feita com uma serra-copo exatamente do tamanho do corpo da chave (adivinhem... o Macagnan também não anotou essa medida...) e o furo foi feito mais ou menos no centro da lateral. Devido a um erro de cálculo, a medida das peças das laterais ficou maior que o devido e o Macagnan posteriormente serrou o excesso para que a caixa realmente ficasse com 20 x 35 cm.

A chave e o seu lugar. A área marcada a lápis foi cortada posteriormente nas quatro peças.
Um "close" no botão nos mostra como é feita a fixação do mesmo: a porca plástica preta é desenroscada do corpo do botão. Depois de colocado no furo, a porca plástica volta a ser enroscada e apertada com força e cuidado para que o botão fique firme e não se solte durante o uso.

Olha o botão aí gente!
Uma dica que o Macagnan deixa aqui é o meio mais fácil de desmontar e montar os microswitchs: desmonte o conjunto iniciando pela trava mais alta para liberar parte do microswitch, girando-o e depois liberando a trava mais baixa. Para remontar faça o contrário: comece pela trava mais baixa, gire e prenda na trava mais alta.

A marcação para o joystick foi feita deixando-se cerca de cinco centímetros livres à esquerda e acima da tampa superior. Foram marcados os pontos de furação dos parafusos e depois foi traçada uma linha unindo dois pontos de furação na diagonal. No ponto onde as duas linhas se cruzaram foi marcado o centro para a furação da passagem do joystick com uma serra-copo (mais tarde o Macagnan teve que fazer uns ajustes nos furos dos parafusos para acertar o encaixe).

O lugar para o joystick já está definido
Os botões... estes foram uma parte do projeto que mais exigiu tempo para ser definido (cerca de quinze minutos de raciocínio e simulação) mas saiu "sob medida". Sabendo-se que os botões devem ser instalados de forma que sejam facilmente acessados pelos dedos e que o uso não provoque cansaço na mão, o Macagnan usou sua própria mão para definir a posição ideal dos botões, a área reservada para o apoio da mão e o posicionamento da mão durante o jogo:

Ergonômico  (ao menos para o Macagnan)...

Feitas as furações, é hora de montar as caixas, cuidando para não colar nenhuma peça errada ou trocada (o Macagnan se distraiu e colou uma tampa virada e teve que desfazer ligeiro antes que a cola secasse em definitivo). Neste ponto da montagem foi usado cola madeira em quantidade generosa, pregos finos e quatro pedaços de madeira mais grossos nos cantos para dar mais resistência aos mesmos. Não foi esquecido de passar cola madeira inclusive nas partes onde iria ser pregado o tampo superior. Veja o resultado:

Caixas devidamente montadas. A de baixo traz as marcas da colagem errada.

No interior também foi utilizado cola generosamente para que nada viesse a desmontar durante o uso:

Pra garantir a firmeza, não dá pra economizar na cola...
Depois de prontas, hora de pintar afinal o Macagnan não iria deixar o controle assim, no MDF puro. E, que cor mais indicada do que a preta, cor da maioria dos arcades. A tinta escolhida foi a tinta a óleo preta brilhante dissolvida em AGUARRÁS ao invés de thinner. O Macagnan tentou pintar diretamente com a tinta diluída sobre o MDF porém este absorveu rapidamente a tinta e não ficou como o Macagnan queria. No dia seguinte, uma mão de tinta mais grossa e menos diluída e assim sucessivamente até ficar como o Macagnan queria (depois de aproximadamente quatro mãos grossas, depois de  pronta o Macagnan ficou sabendo que existiam fundos para aplicação no MDF para que a primeira mão não fosse "abduzida" tão rapidamente assim). Assim ficaram na cor preta brilhante:

Apesar do Macagnan não ter prática em marcenaria até que ficaram boas!

As tampas inferiores, que fecharão a caixa também receberam o mesmo "tratamento de beleza":

Vão ficar no fundo mas merecem o mesmo capricho da caixa...

Depois de prontas as caixas, o Macagnan olhou, olhou, olhou e achou que estava faltando algo. Tinha algo de errado, estava faltando uma identidade, uma característica  nestes controles. Olhou para a área de apoio da mão e pareceu desagradável toda aquela área em preto. Uma ideia maluca passou pela cabeça do Macagnan: "E se tivesse um desenho, alguma figura colorida ali naquele espaço preto?". A ideia era boa mas o Macagnan e péssimo em pintura. A alternativa era conseguir um adesivo com o desenho desejado, colar na tampa e envernizar para não sair do lugar nem começar a desbeiçar. Mas o que usar ali?

Sem querer o Macagnan lembrou-se de um filme que assistira duas vezes na Globo, chamado "O último guerreiro das estrelas" e de uma máquina arcade que aparece no filme com uma figura interessante nas laterais:


Neste link tem um pouco mais sobre este excelente filme da década de 80 que vale a pena ser visto novamente. A cena do filme que inspirou o Macagnan foi esta:

Devidamente "chupinhada" de 01Pordia
Como não havia tempo hábil nem quem fizesse tal adesivo em plástico, o jeito foi apelar para duas folhas de papel adesivo da Pimaco e imprimir numa impressora laser colorida (para não correr o risco de imprimir em uma jato de tinta e depois borrar o desenho ao envernizar). Feito o adesivo, recortado com uma tesoura, ei-lo aí:

Adesivos prontos para uso

Aproveitando umas sobras do papel adesivo, o Macagnan fez a etiqueta que vai na chave seletora de console, caprichando nas imagens:

Assim fica mais fácil saber para que console o controle está configurado.

Observem que, no lugar do nome "Master System" o Macagnan utilizou o logotipo da SEGA já que esta é a desenvolvedora deste console e o Master System não possui um logotipo seu. Este círculo cortado em seis partes vai encaixado no buraco da lateral do controle:

Próximo ao seu lugar definitivo

O Macagnan também definiu a posição do adesivo maior:

Vai ficar interessante...

Bom, instalamos os adesivos:

A chave foi fixada posteriormente neste lugar onde foi colada a etiqueta.
A tampa superior foi adesivada também.

Colados os adesivos, faltou abrir os buracos para a passagem dos botões na tampa superior. Para isso o Macagnan utilizou de uma ferramenta de alta tecnologia:

Corte preciso? Mais ou menos mas funcionou!

Usando-se um estilete pela parte interna da caixa do controle, abriram-se dois rasgos em cruz com cuidado para não danificar a parte que está sobre a tampa. Depois, pelo outro lado, foram dobrados estes cortes e  ajeitados com o dedo para que o furo dos botões ficasse o mais perfeito possível:

Furo dos botões devidamente decorado e preparado
O Macagnan não se aguentou de curiosidade para ver como ficariam os botões instalados e, usando dois como modelo:

Os botões no seu devido lugar
O passo seguinte foi determinar em que ponto a chave liga-desliga desligaria o pino 9 no caso de ser selecionado o console Atari. Mais um trabalho para o super multitester:

Marcação para não esquecer quem vai onde
Feitos os testes de continuidade com o multímetro (um Minipa ET-1002) só restou marcar a posição onde a chave interrompe a passagem de corrente para instalar na posição correta. Para facilitar, a posição em que a chave apresenta resistência infinita é a posição "Atari".

Após passar um bom tempo lutando com os buracos dos parafusos do joystick o Macagnan teve o seguinte resultado:

Quase pronto!!!

Chave já posicionada

Observem que o adesivo absorveu bastante o verniz, porém deu um toque "retrô" no controle. Fica a dica: Se quer um adesivo bem bonito, mande-o fazer com plastico e não com papel.

Porcas e parafusos devidamente apertados, agora falta pouco para o projeto do Macagnan ficar pronto. Vem aí a a parte eletrônica, que é soldar os fios no cabo 9 vias, fechar a tampa inferior e pronto...

Bom, pessoal! Por hoje é só, até a próxima!

sábado, 1 de novembro de 2014

Pra começar novembro bem

Quer coisa melhor que começar um novo período recebendo algo de um grande amigo que faz tempo que não se vê? Na verdade chegou um pouco antes do começo do mês mas o Macagnan só conseguiu olhar com mais cuidado nesse fim de semana:


Este é o primeiro livro que o poeta Alexandre de Melo enviou para o Macagnan. Lançado pela Editora Patuá em 2014, o autor mostra sua produção poética ao mesmo tempo lírica e agudamente real, nos arremessando na realidade crua que nos cerca e nos mostrando nesta mesma realidade, como se observada com lente de aumento, a poesia presente porém não vista pelos olhos acostumados pela rotina. O Macagnan conheceu o Alexandre na época escolar, final do ensino fundamental ou início do ensino médio. Desta época permanecem ainda a grande amizade apesar da distância (Alexandre reside em Ribeirão Preto - SP e o Macagnan atualmente em Nova Bréscia - RS), algumas fitas cassete gravadas dos discos de vinil na casa dos pais do Alexandre em Cravinhos, o gosto pela leitura e a escrita, e um poema intitulado "Eu canto porque o instante existe" do ano de 1997 (uma das primeiras produções do Alexandre da época em que cursava a Faculdade de Letras), impresso em uma folha de formulário contínuo em impressora matricial. Carinhosamente autografado, em uma edição caprichada com direito a capa dura e folhas grossas, é leitura recomendada pelo Macagnan! Saiba mais neste link

O Macagnan anda sem muita inspiração para postar, ultimamente. As ideias vem mas nem sempre dá tempo de documentar o passo-a-passo. E olhando nos organizadores, ainda tem muito "projetinho" pra terminar de fazer. Já na postagem anterior, foi dada a partida para mais um: um controle arcade para Atari 2600 e Master System. Nesta semana o Macagnan adquiriu mais algumas partes do projeto:

Partes em MDF para a caixa do controle arcade. As peças vão dar origem a duas caixas de 35 cm de comprimento por 20 cm de largura por 8 cm de altura:

Peças em MDF 6mm

Cabos com conector DB-9 prefabricados, adquiridos via Mercado Livre do Messias de São José dos Campos - SP (não sei até quando este link vai ser válido!) com nove cabos coloridos presos em um conector:

Já que é complicado pro Macagnan comprar cabo manga em pequena quantidade, pegamos o cabo pronto, oras...
Mas, quem é quem nesse arco-íris de cabos? Munido de um multímetro digital e um pedaço de fio, vamos ao "mapeamento" das coisas:

Mapeamento "no muque" dos cabos
Para entender melhor o que é esta "coisa" aí em cima, o Macagnan foi buscar uma foto dos cabos que foram usados no restauro de dois controles Atari (projeto parado, pra variar...). Olhando-se de frente para aquele conector branco, com os pinos para cima e o fio azul à esquerda, temos a seguinte sequência em relação ao conector DB-9 fêmea olhado de frente:


CONECTOR DB-9 LINHA 1:    5  4  3  2  1
CONECTOR DB-9 LINHA 2:      9  8  7  6

CONECTOR PLANO:    7  5  3  4  6  9  1  2  8

Tendo este esquema vai ficar mais fácil saber como se ligarão os cabos dos joysticks e dos botões dos controles.

Chave liga-desliga de dois polos, para ligar ou desligar o botão 2 que o Atari não utiliza mas o Master System sim:

Chaves que serão embutidas no MDF para o chaveamento do pino 9
Agora, ficam faltando ainda os botões de acrílico estilo Arcade para adquirir e partir para a montagem e teste. Mas enquanto isso, o Macagnan vai fazendo outras coisas como por exemplo esta:


Esta é a tábua de uma mesa de montar que estava parada, perdendo a cor e o brilho. Depois de uma sessão de lixamentos (começando com a lixa para madeira número 80, depois a 120 e por fim a 200) para preparar a madeira e um tratamento com verniz marítimo brilhante (uma demão com pincel, um pouco grossa, duas demãos com rolinho, um pouco mais diluídas com solvente e o acabamento com demãos cruzadas de verniz aplicado com compressor e pistola de pintura), e eis que a mesa está nova e lindona! Falta somente pintar com tinta a óleo preta as bordas e, se der certo, verniz por cima da tinta. E lá vai o Macagnan dar uma de "metido a marceneiro"...

Pra encerrar esta postagem, um vídeo que o Macagnan viu e ficou de queixo caído: uma aula do curso de pilotagem para motos ministrado na CET (Central de Engenharia de Trânsito) de São Paulo.

 

Quem sabe um dia o Macagnan não faz um curso destes com a "bonitona do papai":


Bom, pessoal. Por hoje é só! Até a próxima!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Mais um projeto iniciado...

Será que esse termina? Boa pergunta. Bom, vamos lá, tentar desenrolar as ideias...
Vocês lembram que o Macagnan comprou via Mercado Livre um Atari 2600 cujo vendedor dizia ter guardado funcionando. Pois bem, confiando nisso, o Macagnan abriu o Atari e viu embaixo da placa um punhado de fios fazendo "ponte" entre alguns pinos do conector dos cartuchos e uns pontos da placa e, o mais grave, a placa quebrada em volta das travas do conector e várias trilhas da placa mãe partidas. Ops, temos sérios problemas aí... mas vamos ligar e ver se funciona. Colocamos um cartucho e ligamos o Atari na TV e... e... e... nada, só uma tela preta com alguns padrões cinza ou azuis eventualmente. Daí o Macagnan sentiu aquele frio na espinha e aquele pensamento de "putz, entrei numa fria e joguei $$$$ fora". Bom, mas a "mercadoria" já estava ali mesmo, o jeito era buscar informações para ver o que dava pra fazer.

Pesquisando na internet vários dias (aliás, várias noites), o Macagnan conseguiu muita informação sobre o Atari. Dentre essas, a informação de que aquela tela preta era falha de comunicação do cartucho com a CPU do Atari, ou seja, tinha mais trilhas partidas na placa. Mas, como o tempo livre era curto e as trilhas eram muitas e muito finas para serem seguidas sem erro, o Atari ficou guardadinho para uma outra hora. O Macagnan continuou buscando informações na internet em sites como o do Victor Trucco, Alexandre, mais conhecido como Tabajara, Atari Age, Atari.com.br, Eduardo Luccas, e vários outros que o Macagnan não lembra agora.

Foto: www.lurvely.com
Tempos depois o Macagnan ganhou do colega Ivanor um Master System produzido no Brasil pela TecToy em perfeito estado, com o jogo Alex Kidd in the Miracle World na memória, funcionando, porém com um controle apenas, e ainda com sérios problemas de mau-contato, mas nada que uma manutenção não desse um jeito. Uma espiadinha no Mercado Livre para procurar os controles originais e o Macagnan desistiu. Os controles usados estavam, na época, por um preço não muito atrativo. Haviam outros controles alternativos mais baratos mas não eram exatamente o que o Macagnan procurava. Então, mais um console que ficou para outra hora...

Olhando bem de perto, tanto o Atari quanto o Master System possuem controles com conector DB-9 para conexão. Seriam eles compatíveis entre si? E lá vai o Macagnan para a internet de novo, dessa vez para um velho conhecido: o site Pinouts.ru. E lá estava a pinagem do joystick do Atari 2600, vulgo CX-40, da seguinte forma (olhando-se o conector que vem do controle):


Devidamente "chupinhada" do site do Eduardo Luccas

E no mesmo site a pinagem do controle do Master System. Notaram a diferença? O joystick do Atari não usa o pino 9 mas o Master System usa o pino 9 para o segundo botão. Seria isso um padrão? Nenhum controle da Atari usaria o pino 9? Desta vez a consulta foi feita no AtariAge, e a resposta veio da página de acessórios para o Atari: os "paddles" (CX-30) usados no cartucho Pong, por exemplo, e o teclado numérico usado no cartucho Codebreaker, por exemplo, utilizam o pino 9.

Daí o Macagnan teve uma ideia maluca: se os controles do Master System eram caros, os do Atari eram difíceis de se achar em bom estado e caros e os dois eram relativamente "frágeis", o Macagnan juntou a necessidade de ter os controles dos dois consoles com algo mais resistente, do tipo...  CONTROLES DE ARCADE OU FLIPERAMA!

Estava lançada a ideia de mais um projeto para o Macagnan "se coçar". Então, vamos começar pelo planejamento. Vejamos o que já temos de informações:

  1. Os dois consoles tem o mesmo tipo de conector: DB-9 fêmea no cabo do controle e DB-9 macho no console;

  2. A pinagem para os botões direcionais, o primeiro botão e o "negativo" ocupam as mesmas posições no conector dos dois consoles.
  3. Alguns controles do Atari 2600 usam o pino 9 do conector, o Master System usa o pino 9 como botão, portanto não dá pra deixar o pino 9 conectado diretamente. Quem sabe se não vai "dar pau" na hora de usar no Atari?
Quanto ao fio que vai soldado ao pino 9 é fácil resolver: usa-se uma chave liga-desliga para interromper ou não o caminho do fio 9 soldando-se a chave entre o fio e o conector. Na foto de exemplo, o fio do pino 9 que chega do conector DB-9 poderia ser soldado ao pino central a chave e o fio que vai até o botão 2 do Master System pode ser soldado no pino externo da chave. Assim, para usar no Atari, acionamos a chave e desligamos o fio 9. Para usarmos como controle do Master System, acionamos a chave outra vez e ligamos o fio 9.

Tendo isso em mente, o Macagnan partiu para a ação. Adquiriu um par de joysticks arcade no Mercado Livre similares ao da foto:

Para adiantar, o Macagnan já soldou um par de fios em cada "michochave" dos controles. Para quem vai fazer isso fica a dica: olhe no corpo da microchave como são os pinos internamente. Normalmente essa indicação vem no corpo da mesma:

Foto: www. cromesphere.com
Os contatos que iremos usar são os "COM" e os "NO" (COmmon - comum, em inglês e Normally Opend - normalmente aberto). Se quisermos padronizar, colocaremos um fio preto no conector COM, e este fio preto vai soldado ou bem preso ao fio 8 (pino comum) e os demais fios vão soldados  ao contato NO da microchave. Existem também microswitches com apenas dois contatos. Ao comprá-los, preste atenção para adquirir a microchave certa, com os contatos COM (comum) e NO (normalmente aberto) caso contrário, seu console terá um comportamento de como se tivesse um botão apertado continuamente.. Agora o Macagnan vai passar para a segunda fase: a compra dos botões.

Bom, pessoal! Por hoje é só. Até a proxima!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

One man band ou "pessoas fantásticas parte 2"

A inspiração para esta postagem começou a... a... a... nem lembro mais quanto tempo atrás mas isso não vem ao caso. One man band é um jogo em Flash onde você arrasta instrumentos em volta de um homenzinho e ele, com o auxílio dos cliques do seu mouse, faz o espetáculo. Produzido pela MINICLIP.COM, é divertimento garantido por... um bom tempo. O único ponto negativo é que ele é todo em inglês, mas depois que se "pega o jeitinho", é moleza.

Zapeando pela net o Macagnan encontrou essa página: One Man Band - MIDI Arranger. Esse software promete "incrementar" o som de qualquer teclado eletrônico e outras coisas mais que o Macagnan não chegou a ler. O programa tem uma versão demo (de demonstração e não do "capeta", hein?) e uma versão paga e completa.

Mas o que o Macagnan descobriu, e não é mentira pois tá filmado e publicado no Youtube, o One Man Band existe! E não é um só que existe! Um deles, inclusive, tem até site próprio:http://www.onemanband.jp/. Ele é japonês e seu nome artístico é Funny Tombow. Olha ele aí em baixo:


Este outro One Man Band é Juzzie Smith. Esse australiano literalmente "faz a festa sozinho". Não dá pra resistir ao som de Juzzie. Pra não dizer que o Macagnan tá mentindo, olha ele aí:


E, como diria Geraldo Vandré, "pra não dizer que não falei das flores", existe também "one woman band" por aí. Esta garota (o Macagnan não descobriu quem ela é) é capaz de passar de um para outro e para outro instrumento musical sem perder o ritmo. Vale a pena conferir:


E para finalizar, o Macagnan encontrou um senhor que toca... taças de cristal. Sim, taças de cristal!


Segundo o blog Produção e Percepção de Sons, esse fenômeno existe sim e é chamado de RESSONÂNCIA. Segundo o mesmo blog, "ao ser esfregado, o copo vibra como uma corda de violino. O segredo está em um dos seus componentes: o chumbo. O metal, além de dar brilho a esse tipo especial de vidro, consegue deixá-lo mais firme. Assim, em vez de o copo de cristal absorver a maior parte da energia provocada pelo atrito com o dedo, como faz um copo comum, acaba devolvendo parte dessa energia em forma de som".Variando-se o nível de água, modificamos a frequencia com que o copo ressoa e consequentemente mudamos a "nota musical" emitida. Neste mesmo blog encontramos mais coisas interessantes sobre o mesmo tema.

Bom, pessoal; por hoje é só! Até a próxima!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Já que agosto é o mês do cachorro...

...louco, vamos a umas reflexões a respeito deles. Esta postagem vai para os amigos Professor Expedito e Samuel Quintans, além de todos que têm, tiveram ou um dia terão um cachorro. O Macagnan sugere ouvir esta postagem ao som de "The Cowsills - The rain, the park and other things" (ou não, caso preferir).



1 - Cachorros sempre serão ...cachorros. Sua personalidade não vai mudar, seu jeito de ser será sempre aquele que conhecemos. Ainda assim os amaremos e seremos amados por eles.


2 - Aos olhos de outras pessoas eles serão apenas cachorros. Mas aos seus olhos eles serão únicos e inconfundíveis.


3 - Quando filhotes, são nossas crianças, para quem não as tem; ou segundas crianças, para quem as tem.


4 - Cachorros, apesar de crescerem e amadurecerem, nunca deixarão de ser brincalhões, à sua maneira...


5 - Acredite, não há mau humor que resista à alegria contagiante de um cachorro...


6 - Aos seus olhos eles farão coisas espetaculares, ainda que para os outros sejam coisas comuns.


7 - Acredite, você irá aprender muito sobre coisas simples com eles. E se tiver sensibilidade suficiente, irá descobrir que é possível ser feliz de maneiras mais simples do que imaginamos.


8 - Certamente eles nos lembrarão que muitas vezes é importante um tempo para fechar os olhos, respirar fundo e sentirmos que existe um mundo fora do nosso mundo interior, que é bom sentir o vento no rosto e o calor do sol...


... e que dormir é bom mas uma soneca muitas vezes faz muito bem...


9 - E, quando os filhotes chegarem, você não irá resistir...


... e nem eles...


10 - E então você dirá, preocupado e ao mesmo tempo contente: - Vamos começar tudo outra vez...


11 - E quando eles se forem, sempre haveremos de nos lembrar deles...


Para encerrar esta, algumas das 30 frases que você encontrará no site CachorroGato, sobre cães:

"O único amigo desinteressado que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona, o único que nunca mostra ingratidão ou traição, é o seu cachorro." (George Graham Vest)

“Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz.” (Milan Kundera

“Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.” (Sigmund Freud)

"Cães têm uma forma de encontrar as pessoas que deles necessitam, preenchendo um vazio que nem sequer elas sabem que tem." (Thom Jones)

“Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir extraordinários?” (John Grogan)

"Não há nenhum psiquiatra no mundo como um cachorro lambendo seu rosto." (Bern Williams)
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