quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Deu pane no automóvel. E agora?


Bem se sabe que os automóveis são, hoje em dia, itens de necessidade e não mais objetos de status, luxo e riqueza. Nos acostumamos de tal foma a eles que fica difícil imaginar hoje em dia o mundo civilizado sem essa genial invenção do senhor Henry Ford. Porém são máquinas e nunca se sabe quando vão falhar (geralmente essas maquininhas falham justo na hora que mais contamos com elas). E aí? Quando um imprevisto acontece, a primeira pergunta que surge é: - E agora? Vou fazer o quê? Pensando nisso vão aí algumas dicas que poderão ser úteis (ou não), com suas devidas referências.

(extraída de http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=15&t=1113)

Pára-brisa quebrado - Quando um pára-brisa se quebra, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro passo é remover o vidro quebrado. Para isso, o ideal é forrar o capô e painel com um cobertor ou folhas de jornal, para evitar riscos ou queda de cacos nas entradas de ar. Com a mão protegida (por luva ou pano), bata no vidro com cuidado, de dentro para fora, usando, de preferência, óculos para proteger a vista. Se for trafegar sem o pára-brisa, mantenha todos os vidros abertos (para facilitar o escoamento do ar) e mantenha os ocupantes com a vista protegida, para evitar que cacos ou poeira cheguem aos olhos. Uma solução de emergência é colar, no lugar do vidro, um pedaço de plástico transparente.

(Extraída da seção Carros do Site Globo.com)

Quando se estiver em apuros com um limpador que não funciona, o motorista pode fazer uso de um artifício comum para conseguir a visibilidade suficiente para seguir adiante. Será preciso ao menos dois cigarros. Abra os cigarros e esfregue o fumo na parte externa do vidro, deixando a água da chuva remover naturalmente os fragmentos do cigarro. O fumo vai remover a oleosidade do vidro e assim facilitará a passagem da água que passa a escorrer pelo vidro enquanto proporciona uma boa visibilidade ao condutor.

(Extraídas da página http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20030220/sup_sro_200203_88.htm)

Se durante uma troca de pneu em um piso inclinado o carro escorregar um pouco e o macaco inclinar, pode-se usar o estepe para apoiar a carroceria, retirando o macaco e recolocando-o na adequada posição para a troca.

Caso o limpador de pára-brisa pare de funcionar, vale amarrar suas pontas com um barbante, que será puxado manualmente de dentro do carro. Assim, mesmo que devagar, as palhetas limparão a superfície do vidro.

(Extraído de http://www2.uol.com.br/tododia/ano2003/fevereiro/230203/veiculos.htm)

Alguns automóveis das décadas de 70 e 80, por exemplo, dependem até hoje de platinados em lugar de ignição eletrônica. Sujeito a desgates, o platinado gasta com o tempo e “cola” contato. Para resolver, basta soltar seu parafuso de regulagem, encostar o platinado no ressalto do distribuidor e, entre as duas peças, colocar uma lâmina, como a de uma faca. Aí, deve-se apertar o parafuso e tirar a lâmina que o platinado estará novamente regulado e o motor funcionará. Esses mesmos carros apresentam outro problema crônico: o superaquecimento da bobina. “A melhor saída é envolvê-la em um pano levemente molhado para baixar sua temperatura. Dá para seguir viagem, mas o problema deverá se repetir”, ensina Armando Loureiro Junior, mecânico especializado em automóveis antigos da Oficina Três Amigos, no Rio de Janeiro.

Também encontrei mais dicas em:

http://www.monzaclube.com/fafacil/fafacil_MC_07_macetes.shtml

http://br.geocities.com/cefaneia/carro.htm

http://www.dirigindoseguro.com.br/?p=31

Se você sabe de mais algum macete, nos ensine, coloque nos comentários!

Até o próximo!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A insustentável fragilidade dos dados.


Pode parecer estranho mas isso eu aprendi por conta própria, após perder dezenas e dezenas de arquivos: dados são frágeis! Basta um descuido e pronto, já se foram...
Quem nunca teve um arquivo importante armazenado e na "hora H" falhou, que atire a primeira pedra. Lembro até de algumas mensagens que, quando as via, só dava tempo de pensar: "O que é que eu fiz de errado?". Eram a maioria em inglês, e diziam coisas do tipo "Arquivo corrompido", "Fim inesperado do arquivo", "Incapaz de ler arquivo xxxxxxxx", "Arquivo não existe", e muitas outras...

E aí dirão os mais "entendidos": -Sim, e você fez backup dos arquivos?. Pasmem, a maior parte das vezes que eu me deparei com essa situação tive como resposta um "não" em tom de culpa, digamos assim. Aí complica...
Dados são assim mesmo, enquanto está tudo bem com eles, nos sentimos seguros. Quando eles falham é que tomamos consciência da falta que um backup (cópia de segurança) faz. Imagine uma empresa que possui controle de estoque, controle financeiro, vendas, cadastros de clientes, fornecedores, enfim, toda vida da empresa informatizada. Um erro em um arquivo pode, na melhor das hipóteses, dificultar a rotina da empresa. Por exemplo: imagine que em um estabelecimento um belo dia aconteça um problema com, digamos, a listagem de preços. Se alguém fez backup, é só restaurar o mesmo e tudo volta ao normal. E se não há backup? Nessa hora não adianta coçar a cabeça. Tem muito trabalho pela frente.

Bem, quando se fala em backup, lembra-se em mídia, ou seja, o meio onde serão armazenados os dados. Qual mídia usar? Boa pergunta... depende de que quantidade de dados têm que ser gravados, quais são os equipamentos disponíveis, por quanto tempo se quer manter esses dados... O que nos leva a outra pergunta: Qual mídia é mais segura?
Na minha opinião isto pode parecer radical demais mas NENHUMA MÍDIA É SEGURA. Querem saber por quê?

1 - Disquetes, discos Zip, Discos rígidos são mídias de armazenamento que trabalham à base de magnetismo (geralmente uma base plástica ou metálica recoberta por óxido de ferro recebe os dados que são gravados por uma "cabeça" magnética minúscula). Um campo magnético muito forte ao qual sejam expostos, e no caso dos discos rígidos também um choque mecânico que venha a "riscar" a superfície do disco recoberto pelo óxido de ferro, comprometem a integridade dos dados. Têm-se ainda a umidade, calor excessivo e poeira que também podem afetar as mídias magnéticas, sobretudo disquetes e similares.

2 - CD-ROMs, DVD-ROMs e outras mídias de armazenamento ótico, são mídias compostas, de um modo geral, por uma base de material plástico, uma camada refletora e uma terceira camada que protege a camada refletora. A sua gravação se dá pela ação de um feixe de laser concentrado que fura pequenos "pontinhos" microscópicos na camada plástica da mídia. Em relação aos meios magnéticos, apresenta maior segurança pois uma vez gravados não podem ser apagados, exceto se a mídia for do tipo regravável. A desvantagem deste tipo de mídia é que ela pode ser prejudicada pelo calor, por quedas que venham a "trincar" o disco, o atrito com outras superfícies que pode vir a prejudicar a leitua ou até inutilizar o disco (os famosos "riscos no CD ou DVD"). Também as mídias de menor qualidade perdem a camada protetora em um tempo curto (aquela situação em que o CD ou DVD "descascou"). Também há casos de CDs ou DVDs que foram atacados por uma espécie de fungo que destrói a camada protetora da mídia e chega a danificar a camada refletora.

3 - Pen Drives, MP3 e afins, SSDs (discos rígidos que usam a mesma tecnologia dos pen drives) e similares, são mídias compostas por chips ou circuitos integrados que armazenam dados que são gravados mediante pulsos elétricos ordenados. São mídias que não possuem partes funcionais mecânicas, portanto não sujeitas a erros causados por desgastes físicos. A desvantagem deste tipo de mídia é exatamente o modo de gravação. A mesma energia que armazena os dados pode corrompê-los. Que o diga quem já teve problemas com pen drive: esqueceu de desmontar o volume ou remover com segurança e zap... tirou o pobre da conexão USB. Um belo dia o usuário tem a surpresa de não achar o que precisa lá no pen drive. Por quê? Simplesmente porque quando tirou o pen drive, tinha alguma coisa acontecendo envolvendo o mesmo e o arquivo ficou sem um pedaço, ou pior, quando acontece um pico de energia ao tirar o pen drive em hora imprópria e esse pico de energia "limpou" uma parte ou toda a informação lá gravada.

Enfim, o que fazer, já que não há mídia cem por cento segura? Fácil: multiplique! Não entendeu, né? Tudo bem, é simples: se você se dispôs a fazer uma cópia de segurança, por que não fazer duas ou três em locais diferentes? Isso "salvou a minha pele" várias vezes quando precisei de um backup e ele me falhou. É, acreditem, existe a chance de um backup falhar! Eu aprendi isso da pior forma possível: quando contei com um backup para restaurar um sistema de gerenciamento de uma empresa, fiquei com um arquivo pela metade! Bom, para se ter uma idéia do trabalho que um backup nos poupa, eu tive que cadastrar cerca de cem itens um a um e atualizar um backup de quase um ano antes procurando em notas fiscais, anotações e onde mais pudesse haver informações.

Tomara que você nunca tenha que passar por isso. Para encerrar com um toque de humor, posso dizer que backup é como camisinha: todo mundo diz que é ruim de usar mas depois que acontece, todo mundo se lamenta de não ter usado... hehehe...

Abraço a todos e até o próximo! Cuidem bem dos seus dados!

(Imagens extraídas dos sites Laércio Vasconcellos Computação, Wikipedia, NewNet, Palhares Digital e Blog Tecneira)

sábado, 15 de agosto de 2009

Significados diferentes para "CPI"

Que CPI significa "Comissão Parlamentar de Inquérito" todo mundo está "careca" de saber. Mas, por que não esculhambar um pouco com essa sigla? Criar significados diferentes e até engraçados? Eu já comecei a lista, espero que vocês continuem. Tá, mas não vale palavrão e coisas do tipo, tudo bem? Então lá vai:

Cheiro de Pizza Iminente
Ceção di Preguntas Inguinorante (Seu Creysson)*
Coleção de Políticos Inoperantes


E por aí vai....


*Seu Creysson é um personagem do programa humorístico "Casseta e Planeta", exibido pela Rede Globo.

domingo, 9 de agosto de 2009

64 anos da bomba atômica de Hiroshima: nada a comemorar


(Imagens e texto de pesquisa: Wikipedia)

9 de Agosto de 1945. Um dia para a humanidade se envergonhar. Neste dia milhares de vidas inocentes foram ceifadas, de imediato ou com o passar do tempo. Nesta data a cidade de Nagasaki foi o alvo da "Fat Man", uma das bombas atômicas que atingiram o Japão. Três dias antes foi a cidade de Nagasaki vítima da "Little Boy". É inegável o fato de que a tecnologia nuclear trouxe benefícios como as usinas nucleares que se tornaram uma alternativa, na minha opinião muito arriscada, para geração de energia elétrica; o surgimento da medicina nuclear, que elevou a outro patamar os diagnósticos médicos. Porém é inegável também o fato de que milhares de pessoas comuns, assim como eu e você tiveram que arcar com as consequências disso. Imaginem quantas pessoas que não tinham absolutamente nada a ver com a guerra e acabaram sendo mortas pela ação da bomba ou que tiveram sequelas causadas pela radiação.
Quantas crianças foram vítimas deste ato?
Quantas crianças ficaram órfãs por causa deste ato de guerra? É fato conhecido que após a guerra muitas crianças nasceram com deficiências físicas. E quem realmente tinha interesses nessa guerra sequer pisou lá! E o quê se ganhou com isso? O Japão ressurgiu como uma potência mundial, mas pagou um preço caríssimo, na minha opinião. E os Estados Unidos, ganharam o quê com isso? Status, dinheiro? E a lembrança dos inocentes que tiveram suas vidas, seus sonhos e aspirações interrompidos? Tem dinheiro que pague uma vida interrompida? E milhares delas? A questão que fica é: O que aprendemos com isso? Valeu a pena?
Para finalizar e a título de curiosidade, o avião que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima chamava-se "Enola Gay", um bombardeiro modelo B-29 que levava o nome da mãe do piloto, coronel Paul Tibbets. Dizem que o coronel, depois que viu o estrago que o "Fat Man" havia feito, enlouqueceu e teve de ser afastado de seu posto.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Tem coisas que falamos e nem sabemos que histórias têm por trás!!!!

Certamente você já ouviu dizer que determinada coisa foi "feita nas coxas" ou "aquele lugar parece a casa da mãe Joana". Algumas dessas expressões estão caindo em desuso mas, por trás delas existem histórias interessantes as quais consegui resgatar algumas:

NAS COXAS
As primeiras telhas do Brasil eram feitas de argila moldada nas coxas dos escravos.
Como os escravos variavam de tamanho e porte físicos, as telhas ficavam desiguais.
Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

(E tem gente que pensava "outras coisas" quando ouvia isso, hehehe...)

CASA DA MÃE JOANA
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária se chamava Joana. Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a expressão casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

(Existe também a variante "Casa da sogra", usada somente por corajosos(as), hehehe...)

CONTO DO VIGÁRIO
Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única imagem de determinada santa, e, para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E o burrico caminhou direto para uma delas... Só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico, e conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.

(Essa surpreendeu até a mim!)

SEM EIRA NEM BEIRA
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel.
Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura.
Estar sem eira nem beira significa que a pessoa é pobre e não tem sustentáculo no raciocínio.

(Pesquisando um pouqinho na Internet, achei uma explicação bem acessível no Yahoo! respostas).

Espero que tenham gostado!

domingo, 2 de agosto de 2009

Montando fotos


Já pensou em sacanear aquele "mala sem alça" que vive lhe atormentando com suas piadinhas sem graça? O site Montafoto.com
te dá uma ajuda. Veja ao lado um exemplo!

O site tem a opção até de publicar a foto direto no Orkut. Alguns recursos do site só podem ser usados depois de se cadastrar no mesmo. Mas vale a pena! Eu usei os serviços deste site para criar cartazes para uma peça teatral em estilo faroeste e ficaram excelentes! E o mais importante, É GRÁTIS! hehehe...
Google+